segunda-feira, 23 de maio de 2011

My chemical romance

 "Na na na ... Drugs, gimme drugs, gimme drugs..." (8)

A escuridão de uma solidão


 Não sei explicar o que nos separa.
 Não sei explicar a insistência de uma solidão.
 Não sei explicar a falta que me faz  aquelas doces palavras.
 Um indivíduo com uma alma condenada, apenas sabe que sua felicidade
é momentânea, e que essa felicidade deve-se aos insignificantes objetos.
 Com pensamentos de um psicopata, o indivíduo se torna frio. A escuridão,
por sua vez, se torna o melhor amigo do indivíduo.
 O psicopata então deseja apenas ver seu corpo banhado de sangue, e que
para seu corpo resta apenas a solidão de um túmulo.

Felicidade infeliz


Talvez, naquela  época, fosse mais feliz e não havia percebido.
 Joguei fora as esperanças mantidas.
 Na hora apenas em si próprio pensava.
 Daqueles momentos de alegrias e tristezas compartilhadas, restam agora cacos e farelos. impossível
cola-los, impossível remonta-los.
 Feliz por um lado e infeliz por outro, mau conseguindo explicar o que a infeliz
ocasião lhe fez, apenas consigo disser que por um erro próprio perdi tesouros
mas valiosos que um diamante, descobrindo também que confiança não se deposita em
qualquer um.
 Talvez  nesta infeliz ocasião, tenha percebido o quão valioso é uma amizade. E que agora
restaram apenas um grão do tesouro valioso, dando-lhe importância o suficiente para que nunca se perca!